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Revista Brasileira de Psicodrama, volume 26, número 2,  julho/dezembro de 2018.

Conversas de um psicodramatista com Nietzsche

O autor resgata, em sua trajetória profissional, as origens de seu interesse atual por ideias do filósofo Friedrich Nietzsche. Em seguida, mediante a descrição de instantes significativos acontecidos no seio de um processo psicoterapêutico, explora articulações com o método psicodramático, em especial entre as noções de vontade de poder e espontaneidade. O procedimento genealógico, as proposições de eterno retorno e de perspectivismo são outras contribuições do filósofo das quais o autor tem se valido em sua prática, permeada por uma concepção trágica de mundo. Alerta, no entanto, para os cuidados necessários ao se fazer interlocuções entre diferentes campos de saber, sob o risco de se descaracterizar conceitos. Por fim, avalia que as conexões têm se mostrado fecundas.

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Revista Psicodrama, publicação da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, nº 9, novembro de 2018.

O psicodrama e o equilibrista – diálogos com a obra de Pessoa

O autor aborda a produção heteronímica de Pessoa e estabelece um diálogo com o psicodrama, tomado, aqui, como o todo da obra de Moreno. Esse processo de criação de personagens-autores leva a reflexões sobre a espontaneidade e alguns referenciais psicodramáticos são oferecidos para a compreensão da produção do poeta. Argumenta-se que esse intercâmbio entre literatura e psicodrama é possível em função da existência de campos que habitam em torno de seus núcleos específicos. Esses campos apresentam como elemento em comum o aspecto artístico. Na diferenciação entre seus núcleos singulares, o autor postula que a ficção, na literatura, está a serviço de captar o leitor. No psicodrama, ela é instrumento para uma terapêutica, entendida no sentido de transformação das relações. Aspecto central é o realce na ideia de identidade como sendo plural – tema protagônico na obra de Pessoa –, suas implicações no uso do método do psicodrama, bem como sua importância como antídoto para as intolerâncias desses áridos tempos contemporâneos.

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1

Vol 20 Número 2 – Ano 2012

Páginas que se espelham − ensaio inicial sobre Psicodrama e Literatura

Este escrito é um ensaio inicial sobre as interfaces do Psicodrama com a Literatura. Trata-se de um exercício que visa estimular reflexões sobre a epistemologia psicodramática ao estabelecer conexões com este outro campo, por ele se mostrar compatível. Ao mesmo tempo, relata situações de aplicação do método psicodramático nas quais a conexão com o território literário agregou elementos importantes.

2

Vol 17 Número 2 – Ano 2009

Veredas da pesquisa psicodramática: entre a pesquisa-ação crítica e a pesquisa-intervenção.

Este escrito oferece um cartograma sintetizado do nascimento e desenvolvimento do método e do modo de se fazer pesquisa em psicodrama, não se restringindo ao contexto acadêmico. Para tanto, fundamentando-se em publicações na área, argumenta que elas foram geradas em função da necessidade de se criar um pano de fundo, composto por outras metodologias, nas quais o psicodrama pudesse se projetar e, por contraste e identificação, se reconhecer. Outras deram continuidade a esta trajetória e buscaram singularidades. A seguir, em novo exercício de distinção e condensando os pressupostos da pesquisa intervenção, o texto pretende contribuir com novas perspectivas de reflexão sobre a temática em questão.

3

Vol 14 Número 1 – Ano 2006

Solilóquios do diretor: intervenção em um grande grupo.

O autor, por meio de solilóquios no papel de diretor em diferentes contextos, relata a coordenação de um trabalho grupal e suas impressões prévias, simultâneas e posteriores ao evento. Como pano de fundo, esboços de teoria e técnica a fundamentar-lhe.

4

Vol. 12, Número 1 – Ano 2004

Grupos de apoio para o processo de trabalho.

O Autor compartilha alguns processos realizados através do Psicodrama com equipes institucionais, que foram intituladas por um desses grupos como Grupos de Apoio para o Processo de Trabalho. Tal proposta, ao atuar sobre a articulação entre a micropolítica das relações e as estruturas geradas no cotidiano do trabalho, visa buscar uma produção permeada pela maior satisfação, envolvimento, comprometimento, criatividade, não alienação e democracia.

5

Vol. 10, Número 2 – Ano 2002

Desassossegos frente ao fenômeno protagônico.

O presente texto é sobre o fenômeno protagônico. Partindo da conceitualização de protagonista como o personagem central do contexto dramático, realça-se a articulação entre autor, ator e personagem a compor o que denominamos por protagonista. Pela perspectiva do que se entende por tema protagônico, propõe-se um delineamento e um cartograma, bem como o conceito de temas correlatos.

6

Vol. 9, Número 1, Ano 2001

Uma experiência singular: grupo auto-dirigido, como e por quê fazê-lo.

O autor discorre sobre as especificidades da proposta de grupo auto-dirigido, enquanto pedagogia para uma aprendizagem de psicodrama. Realça haver consonância com o todo do pensamento moreniano, proporcionando uma integração entre teoria e prática. Sugere alternativas em função das singularidades apontadas.

7

Vol. 7, Número 2, Ano 1999

O psicodrama no cenário contemporâneo.

O autor faz inicialmente uma leitura da sociedade contemporânea, sob a ótica das relações humanas. Focaliza a existência da transição de uma sociedade dita moderna para a pós-moderna, onde novas variáveis emergem. Num segundo momento, correlaciona a proposta psicodramática com essas novas variáveis, observando potencialidades e pontos a serem explorados.

8

Vol. 5, Número 1, Ano 1997

Mesa-redonda gravada em Campinas, SP, no dia 30 de Agosto de 1996: Psicodrama e Arte.

Participantes: Devanir Merengué, Luiz Contro, Luís Falivene Roberto Alves, Maria Ester Esteves, Míriam Tassinari.