Revistas

Artigos publicados na Revista Brasileira de Psicodrama, editada pela FEBRAP.

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Vol 20 Número 2 – Ano 2012

Páginas que se espelham − ensaio inicial sobre Psicodrama e Literatura

Este escrito é um ensaio inicial sobre as interfaces do Psicodrama com a Literatura. Trata-se de um exercício que visa estimular reflexões sobre a epistemologia psicodramática ao estabelecer conexões com este outro campo, por ele se mostrar compatível. Ao mesmo tempo, relata situações de aplicação do método psicodramático nas quais a conexão com o território literário agregou elementos importantes.

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Vol 17 Número 2 – Ano 2009

Veredas da pesquisa psicodramática: entre a pesquisa-ação crítica e a pesquisa-intervenção.

Este escrito oferece um cartograma sintetizado do nascimento e desenvolvimento do método e do modo de se fazer pesquisa em psicodrama, não se restringindo ao contexto acadêmico. Para tanto, fundamentando-se em publicações na área, argumenta que elas foram geradas em função da necessidade de se criar um pano de fundo, composto por outras metodologias, nas quais o psicodrama pudesse se projetar e, por contraste e identificação, se reconhecer. Outras deram continuidade a esta trajetória e buscaram singularidades. A seguir, em novo exercício de distinção e condensando os pressupostos da pesquisa intervenção, o texto pretende contribuir com novas perspectivas de reflexão sobre a temática em questão.

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Vol 14 Número 1 – Ano 2006

Solilóquios do diretor: intervenção em um grande grupo.

O autor, por meio de solilóquios no papel de diretor em diferentes contextos, relata a coordenação de um trabalho grupal e suas impressões prévias, simultâneas e posteriores ao evento. Como pano de fundo, esboços de teoria e técnica a fundamentar-lhe.

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Vol. 12, Número 1 – Ano 2004

Grupos de apoio para o processo de trabalho.

O Autor compartilha alguns processos realizados através do Psicodrama com equipes institucionais, que foram intituladas por um desses grupos como Grupos de Apoio para o Processo de Trabalho. Tal proposta, ao atuar sobre a articulação entre a micropolítica das relações e as estruturas geradas no cotidiano do trabalho, visa buscar uma produção permeada pela maior satisfação, envolvimento, comprometimento, criatividade, não alienação e democracia.

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Vol. 10, Número 2 – Ano 2002

Desassossegos frente ao fenômeno protagônico.

O presente texto é sobre o fenômeno protagônico. Partindo da conceitualização de protagonista como o personagem central do contexto dramático, realça-se a articulação entre autor, ator e personagem a compor o que denominamos por protagonista. Pela perspectiva do que se entende por tema protagônico, propõe-se um delineamento e um cartograma, bem como o conceito de temas correlatos.

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Vol. 9, Número 1, Ano 2001

Uma experiência singular: grupo auto-dirigido, como e por quê fazê-lo.

O autor discorre sobre as especificidades da proposta de grupo auto-dirigido, enquanto pedagogia para uma aprendizagem de psicodrama. Realça haver consonância com o todo do pensamento moreniano, proporcionando uma integração entre teoria e prática. Sugere alternativas em função das singularidades apontadas.

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Vol. 7, Número 2, Ano 1999

O psicodrama no cenário contemporâneo.

O autor faz inicialmente uma leitura da sociedade contemporânea, sob a ótica das relações humanas. Focaliza a existência da transição de uma sociedade dita moderna para a pós-moderna, onde novas variáveis emergem. Num segundo momento, correlaciona a proposta psicodramática com essas novas variáveis, observando potencialidades e pontos a serem explorados.

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Vol. 5, Número 1, Ano 1997

Mesa-redonda gravada em Campinas, SP, no dia 30 de Agosto de 1996: Psicodrama e Arte.

Participantes: Devanir Merengué, Luiz Contro, Luís Falivene Roberto Alves, Maria Ester Esteves, Míriam Tassinari.